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domingo, 10 de setembro de 2017
No ônibus lotado
Eu tinha ido passar o final de semana na casa de uns primos do outro lado da cidade. Na casa deles tinha uma piscina maravilhosa fazendo veler a pena a horrível e interminável viagem de ônibus coletivo da minha casa até a deles. Foi tudo super legal, mesmo não tendo oportunidade de bater minhas diárias punhetas e ter que ficar disfarçando quando via o desenho das malas de cada um deles nas sunguinhas molhadas. Peguei um bronzeado maneiro, minha pele estava com um dourado lindo e meus cabelos que são naturalmente castanhos ficaram ainda um pouco mais claros do jeito que eu gosto.
No Domingo foi festa o dia inteiro, churrasco, muita música e muita bebida. Quando fui me arrumar pra começar minha maratona de volta pra casa já era noite e na correria coloquei somente um short de malha com eslástico na cintura e uma camiseta Hollister folgada e comprida. Na saída da casa um dos meus primos fez uma brincadeirinha.
- Cuidado Juninho. Com esta sua bundinha empinada você corre o perigo de ser estuprado no caminho.
Sorri e tentei não demonstrar o tesão que me deu em ouvir meu primo mais velho e super gato falando daquela maneira.
Quando finalmente entrei num ônibus eram nove horas da noite, e claro estava cheio. Fui para o fundo onde estava mais vazio imaginando tambem que eu seria um dos últimos a descer.
Eu odeio jogos de futebol e odeio mais ainda quando vejo aquele bando de homens juntos das torcidas organizadas falando palavrões e sempre procurando confusões. Para o meu desespero, alguns quarteirões depois o ônibus parou na saída do estádio do bairro e uma enxurrada destes baderneiros entraram vindo todos para o fundo onde eu estava. Não consegui andar contra a corrente e em pouco tempo não tinhamos espaço para dar um passo. Eu estava com uma daquelas bolsas masculinas que parecem de carteiro e coloquei na minha frente. A bagunça e gritaria era generalizada quando um carinha esbarrou atrás de mim.
- Desculpa ae playboy.
- De boa. - respondi de contra gosto.
Ele segurou a barra do encosto do acento a minha frente deixando seu braço acostado em mim quase envolvendo meu corpo num abraço. Tentei me desvencilhar, mas veio um negão de frente pra mim do meu lado e muitos outros marmanjos ao redor. Acho que ele notou meu incomodo e se afastou um pouco, mas numa arrancada brusca do ônibus com empurrões para todos os lados eu me desequilibrei e ele me abraçou forte me dando uma encoxada pra me segurar.
- Fica tranquilo playboy, eu não te deixo cair, comigo cê ta seguro.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Contos Eróticos: Belmiro, o caseiro caralhudo
Belmiro, o
Caseiro Caralhudo
Eu estava com 16 anos,
1,68m, tinha o corpo branquinho e um uma bundinha que se destacava no conjunto.
Na escola eu era sempre assediado pelos moleques e tentava ficar longe deles.
Uma única vez me deixei levar pela conversa de um colega e quando estávamos em
sua casa estudando acabei pagando um boquete para ele. Ele quis me enrabar mas
quando tentou, doeu muito e eu não deixei ele continuar. Só deitei na cama e
ele colocou seu pau entre minha pernas, gozando assim nas minhas coxas. Durante
todo o resto do ano ele tentou me comer mas eu sempre fugia dele.
Nas minhas férias
escolares estava indo para a fazenda do meu avô. Durante a viagem eu só
lembrava de uma festa que tinha acontecido um ano antes na fazenda, quando ouvi
alguém chamando Belmiro de “jegue” e os outros empregados, rindo, falaram:
- Miro não é um jegue
é um jegão.
O apelido fazia
referência ao tamanho da jeba dele. Diziam que ele tinha uma pica que media
22cm, outros achavam que era mais que isso. Belmiro só ria quando diziam que
ele tinha uma verdadeira anaconda entre as pernas, grossa como uma mangueira de
apagar incêndio. Isso nunca tinha saido da minha mente, sempre lembrava e
imaginava se era verdade tudo como eles falavam. Lembro muito bem que nos dias
seguintes em que fiquei na fazenda eu ficava sempre olhando a mala do Miro na
tentativa de ver alguma coisa.
Belmiro era o caseiro,
todos o chamavam de Miro. Era um negro grandão, braço direito do meu avô.
Apesar do tamanho, da falta de escolaridade e da vida dura que tinha, era um
doce de pessoa. Era muito forte, 42 anos com seus músculos bem torneados e mãos
grandes calejadas pelo trabalho duro na fazenda. Usava um bigode que desenhava
uma boca bonita e dentes brancos que sempre estavam a mostra nos sorrisos
constantes dele. Sempre parecia feliz, mesmo morando numa fazenda sem uma
esposa ou uma vida social. Ele me viu crescer, brincando e correndo pela
fazenda.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Contos Eróticos: O garoto da casa ao lado
O garoto da casa ao lado
Depois
de duas semanas da mudança a casa ainda tinha caixas para todos os lado e tava
uma bagunça só, era Sexta-feira e eu queria era tomar umas geladas com a
galera, mas nem isso eu podia mais. Puta que pariu véi!! Estava com 34 anos e
me sentia como se tivesse 60, minha vida era trabalhar e pronto. Estava muito
cansado e de saco cheio naquele final de tarde pronto para chutar o balde.
Quando
cheguei em casa tinha um gurí la ajudando minha esposa, já tinha visto ele na
casa ao lado e fiquei alegre pela ajuda que ele tava dando. O garoto era muito
engraçado e alegre, fazia muito tempo que eu não ouvia minha esposa gargalhar
tanto. Tomei meu banho, peguei uma cerveja e sentei no sofá pra assistir TV. Não
tava nem aí pra ajudar ninguém e a presença do garoto ajudou a desviar a
atenção da minha esposa pra não encher o meu saco.
Depois
deste dia este garoto que se chamava Matheus não saia lá de casa, ele devia ter
uns 14 anos e acho que ficava a tarde inteira com minha esposa, ela tinha 24
anos e não trabalhava. Eu saquei logo que o Matheus era fruta, então não me
incomodava com a amizade deles. Não tô dizendo que o pirralho era pintoso ou afeminado,
mas tinha um jeitinho educado demais, bonitinho demais e parecia adorar fazer
as coisas de casa. Bolos e doces eram as suas especialidades aí você vê logo
que a Coca-cola é na verdade Fanta.
domingo, 10 de novembro de 2013
Contos Eróticos: Possuído
Possuído
Bill olhava
os rapazes da companhia de mudança trazer os últimos moveis para dentro da sua
nova casa. Seu sobrinho estava em meio a bangunça da construção inacabada da
lage mexendo em caixas deixadas lá por alguém que tinha morado naquela casa.
Bill era um escritor reconhecido pelos seus trabalhos fictícios românticos
ganhadores de prémios até internacionais. Tudo em sua vida tinha mudado de um
dia para o outro quando sua irmã e seu cunhado morreram numa tentativa de
assalto na porta de casa, deixando seu sobrinho Jody orfão, totalmente
desorientado, assustado e sozinho. Abriu mão de sua vida de solteirão desempedido
para assumir a guarda de um adolescente que necessitava de muito carinho e
atenção. Foi com muito sacrifício que o Jody conseguiu controlar o medo de sair
de casa e terminar o ano letivo do seu colégio. Bill então decidiu mudar para o
interior do estado, queria o isolamento de um sítio ou pequena fazenda onde
puesse ter paz e sossego. Parado próximo a porta de entrada da sua nova casa
pensou se alí não ia ser muito solitário para seu sobrinho, foi muito bom não
ter vendido seu apartamento na cidade, se esta mudança não desse certo poderiam
voltar no final das férias para a capital.
Quando os
rapazes terminaram o trabalho, pagou o que lhes devia e foi encontar seu
sobrinho.
- Hey Tio,
olha isso aqui que eu achei.
Bill viu o
olhar curioso do seu sobrinho enquanto ele remexia uns caixotes de madeira.
Jody parecia animado, diferente do garoto triste dos últimos seis meses. Na
verdade o Jody já não era tão garoto assim, no seus quase dezeseis anos, tinha
um corpo bonito formado pela natação que praticou desde crinça. Um rosto bonito
com sobrancelhas grossas, olhos verdes e cabelos num castanho claro quase
loiro. Bill sentou ao lado do seu sobrinho, ficou surpreso e muito curioso com
o tanto de fotos de rapazes adolescentes mais ou menos da idade do Jody
amarrados nas mãos e pés, com mordaças e alguns com fendas nos olhos. Todos
estes garotos apareciam nús nestas fotos, alguns poucos com um ar de satisfação
no rosto, porém a maioria demostrava dor e medo em suas lágrimas. Entre as
fotos tambem tinha um caderno com colagens de pedaços de jornais com artigos
sobre garotos desaparecidos por todo o estado.
sábado, 2 de novembro de 2013
Contos Eróticos: Assistindo filme com meu padrsto
Assistindo filme com
meu padrasto
Eu
estava pela primeira vez vendo um filme pornô junto com meu melhor amigo e
vizinho Carlinhos, ele tinha achado o vídeo no armário do seu irmão mais velho.
Estávamos nús no meu quarto batendo punheta, sentados bem pertinho um do outro
na minha cama. Já que meus pais trabalhavam fora e pela tarde não tinha mais
ninguém em casa, ficamos tranqüilos com a porta só encostada. Porém, justamente
nesse dia, meu padrasto veio cedo para casa e quando menos a gente esperava ele
abriu a porta do quarto. Foi o maior susto!
O
Carlinhos e eu cobrimos nossos paus com as mãos, ficamos morrendo de medo e de
vergonha e quase caimos no choro. Meu padrasto Jorge, demorou um pouco a
entender o que realmente estava acontecendo, mas depois que viu que era um filme
de sexo hétero (assim eu pensava), ficou mais calmo. Até conversou com a gente,
disse que aquilo que estávamos fazendo era normal na nossa idade e que ele
fazia a mesma coisa com alguns amigos dele quando tinha a nossa idade, mas era
com revistas, pois ainda não havia vídeos. No fim, ele saiu e disse para
continuarmos a nos divertir com o filme e brincou que qualquer dia ele ia
participar com a gente, para lembrar o seu tempo de jovem. Acabamos rindo de
tudo e voltamos a ver o filme.
Cerca
de duas semanas depois, eu e o Carlinhos estávamos chegando do colégio e vimos
que o Jorge estava na porta da minha casa. Ele nos falou que tinha uma surpresa,
um presente pra gente e convidou o Carlinhos para vir a nossa casa mais tarde.
Meu padrasto tinha tirando uns dias de folga e estava todo alegre e sorridente tomando
umas cervejinhas. Depois do almoço foi tomar um banho, colocou um shortinho de
nylon branco bem apertadinho e pequeno, sentando no sofá com uma latinha na
mão. Tomei o meu banho e fiquei lendo umas revistas em quadrinhos, tentando me
ocupar para não pensar na surpresa que o Jorge tinha pra gente, ele falou que
mostraria só quando o Carlinhos chegasse.
sábado, 26 de outubro de 2013
Contos Eróticos: Sou a menininha do tio Jorge
Sou a menininha
do tio Jorge
Numa
noite como todas as outras noites, fui dormir aos gritos do meu pai chingando
minha mãe de todos os tipos de nomes. Acordei de madrugada com minha mãe do meu
lado me chamando baixinho, com o rosto deformado, inchado e sangrando. Em
poucos minutos arrumamos algumas coisas numa sacola e saimos de casa. No dia
seguinte estávamos na casa da minha tia no interior do estado. A princípio o
marido da minha tia não gostou muito de nos ver, mas acabou aceitando talvez
por pena e ficamos morando lá. Minha tia era enfermeira, o marido dela Jorge
era dono de uma padaria e eles tinham uma filha de 14 anos. Minha mãe logo
começou a trabalhar na padaria do Jorge, ele ia pela manhã bem cedo para fazer
os pães e depois deixava minha mãe lá tomando conta. A filha deles ia para a
escola pela manhã e para a casa da avô a tarde para fazer aulas de reforço de
Matemática e Português. Eu não consegui matrícula na escola, tendo que esperar
para o ano seguinte, então tentava ajudar em casa, arrumando e cozinhando. Eu
tinha 13 anos, posso dizer que eu era muito delicaddo, um pouco afeminado,
cabelos lisos longos até os ombros e definitivamente gay. Como não tinhamos
dinheiro e fugimos de casa só com algumas peças de roupa, começei a usar
algumas coisa que já não cabiam mais na minha prima como: shorts e blusas.
Minha mãe ficava pra morrer, mas eu no fundo adorava. Muitas vezes eu via
alguns olhares estranhos do meu tio Jorge para mim, mas achava que ele ficava
incomodado com meu jeitinho.
Um
dia eu estava lavando louças na pia, ouvindo música, cantando e dançando um
pouco. Vestia um short de malha bem curtinho e apertado que eu adorava, mas
sempre tirava antes da minha mãe chegar em casa. Quase tive um ataque do
coração quando ví meu tio Jorge parado atrás de mim, com os olhos grudados na
minha bundinha. Fiquei todo sem graça e ví logo que ele tinha uma tenda armada
no short de futebol, sua pica tava tão dura que empinava pra frente e parecia
até engraçado. Dei um sorriso por causa disso e continuei o meu trabalho sem
dar muita importância. De repente senti sua mão pegar de cheio minha bunda e um
dedo tentando entrar no meu reguinho, fiquei tão nervoso que derrubei um prato.
-
Você tem uma bundinha gostosa Julinho. Gosta de levar pica nela?
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Contos Eróticos: Comia pasteis e meu cú tambem
COMIA PASTÉIS E
MEU CÚ TAMBÉM...
Eu
era um garoto de família humilde que precisava ganhar algum dinheiro para
desfrutar os finais de semana no matinê do cinema e para o sorvete na praça
central daquela pequena cidade onde morava. Por isso, indicado por um amigo
passei a vender pastéis para uma senhora vizinha a nossa casa. Como estávamos
em pleno verão somente usava uma camiseta e um surrado calção de tecido leve,
feito pela minha mãe, que por mais que disfarçasse salientava meu corpo branco
e totalmente desprovido de qualquer penugem. Até a ocorrência dos fatos que
passo a relatar não tinha notado a cobiça que minha bundinha empinada causava
em certos rapazes do bairro.
Estudava
pela manhã e vendia os pastéis à tarde numa rua de oficinas mecânicas onde
todos pareciam estar sempre famintos. Numa determinada Oficina tinha um rapaz,
João Carlos de 18 anos, que além de ser um assíduo freguês era muito simpático
e carismático, conquistando minha amizade. Passava sempre algum tempo
conversando com ele enquanto ajudava a fechar a Oficina no final do expediente.
No
dia que mudou minha vida, por volta das seis horas da tarde, estávamos sozinhos
dentro da Oficina com a porta semi abaixada. Após recolher todas as ferramentas
e peças espalhadas na calçada, me prontifiquei a ir embora, quando ele pediu
para espera-lo até tomar um banho num banheiro nos fundos.
Mal
entrou no chuveiro e ouvi me chamar insistentemente, ingênuo como era, entrei
no banheiro vendo-o nú. Fiquei desconcertado desviando o olhar para a parede.
Ele me pediu para pegar o sabonete que havia caído longe do box. Localizei-o
rapidamente e ao entregar na mão dele, me puxou para o chuveiro, dizendo:
-
Vem, vamos tomar banho juntos. Afinal você também está todo suado e empoeirado.
sábado, 28 de setembro de 2013
Contos Eróticos: Desejado e disvirginado pelo primo
Desejado e disvirginado
pelo primo
Primeiro vou me chamar de menininho no final do meu conto eu explico
porque, meu conto é real e tudo aconteceu quando eu tinha 13anos. Neste tempo
eu era bem gordinho, tinha o bumbum bem redondo e carnudo, não usava cueca por
baixo dos shorts que meus amigos chamavam de mini saia pois mostravam minhas
coxas bem roliças. Nesta época veio morar em casa por uns tempos um primo meu
de 17anos, com o tempo ficamos muito amigos, ele parecia meio mulekão e toda
vez que brincavamos de lutinha ele me agarrava por trás e eu sentia o volume
enorme do seu pau roçando minha bundinha, aquilo me incomodava mas o estranho
era que meu pipizinho ficava duro. Quando meu primo percebeu começou ir um
pouco mais longe, ele me agarrava forçando seu pau por cima do meu shorts dizendo
que tava me comendo, por eu não usar cueca seu pau entrava no meio da minha
bunda, eu relutava em vão, pois ele era mais forte que eu. Mais um dia ele fez
algo que me deixou assustado, enfiou o dedo no meu cuzinho por baixo do short,
tentei fugir, ele me imobilizou e atolou ainda mais seu dedo no meu cuzinho
dizendo que estava me fodendo. Apesar de doer muito senti meu pipizinho
endurecer de novo e tentei esconder pra ele não perceber. Isso passou a
acontecer repetidas vezes, eu crecia os olhos no seu shorts tentando imaginar
qual era o tamanho do seu cacete, apesar do medo eu gostava do que ele fazia em
mim, mas não tinha coragem de pedir pra ver. Todas as vezes que ficavamos
sozinhos, ele me encoxava por cima do short, mas só ficava nisso.
domingo, 1 de setembro de 2013
Contos Eróticos: O padre e o Demônio
O padre e o
Demônio
Padre Antônio era um
homem muito respeitado pela comunidade, sempre atento as necessidades e sempre
disponível a ajudar. Havia se tornando padre porque desde criança sabia da sua
vocação, mas era um homem muito belo, tinha trinta e sete anos, os cabelos
loiros sempre raspados, uma cor naturalmente bronzeada de um tom quase dourado,
olhos azuis e profundos. Ninguém nunca tinha visto o que havia debaixo de sua batina,
mas seu corpo era invejável, grande e musculoso, todo malhado, com cada músculo
desenhado, um corpo divino eu diria.
Na mesma comunidade
dessa Igreja vivia um rapaz de dezessete anos chamado Gabriel, os cabelos
pretos rebeldes refletiam em seu comportamento. Onde Gabriel estava aconteciam
as coisas ruins. Sempre rebelde, sempre maldoso, vivia fazendo putarias e se
metendo em encrencas. Seu corpo era tão másculo e forte quanto o do padre,
porém era branco quase pálido. Algumas mães de família o chamavam de Demônio,
era Gabriel chegar e o caos se instalar.
Desesperada por uma
mudança, Dona Maria, a mãe de Gabriel procurou o padre Antônio para pedir
ajuda, se o rapaz não mudasse seu comportamento ela seria obrigada a coloca-lo
pra fora de casa. O Padre então disse que ajudaria sim e precisaria conversar
com o Gabriel pessoalmente, como uma terapia, para que ele pudesse entender os
problemas do rapaz.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Contos Eróticos: Banho no camping
Banho no Camping
Eu tinha uns 13 para 14 anos. Odiava acampar ou
qualquer outra coisa que envolvesse calor, sol, mato, mosquitos, mas minha família
tinha esta mania de todo verão passar umas duas semanas num camping. Era um
verdadeiro evento familiar, iam juntos duas tias e seus maridos com alguns
primos e primas, ficavam umas seis barracas armadas juntas só da familia.
Eu tinha passado meu primeiro final de semana tentando
encontrar um lugar sossegado na sombra para ler meus livros e rezar para que
chegasse logo o dia de ir embora.
Foi aí que descobri a delícia de ficar espionando os
caras tomando banho nús no banheiro que era um pouco afastado de onde ficavam
as barracas. Tinha uma árvore grande que dava uma visão boa da porta deste
banheiro e alí eu colocava minha cadeira, ficava lendo meus livros esperando
pra ver quem entrava com toalha na mão, dava um tempinho e ia espiar. Apesar de
saber que aquilo que eu estava sentindo era uma atração pelo corpo masculino,
eu não imaginava ter uma relação sexual, só queria mesmo era ver aqueles pintos
grandes e cabeludos.
Tinha um homem que particularmaente mexia muito
comigo, ele era parrudo com uma barriga grandinha, barbudo, careca e devia ter
uns 40 anos. Esse cara tinha percebido minhas olhadas e parecia gostar de se mostrar
pra mim ficando até de pau duro uma vez.
Faziam cinco dias de acampamento e o único proveito
que eu tinha tirado destes dias era meu corpo bronzeado. Eu adorava ver a marca
da sunga desenhada na minha bundinha branquinha e era isto que eu estava
admirando num espelho do banheiro quando percebi que de dentro de um dos
reservatórios alguem me olhava, me assustei e procurei minha sunga pra vestir,
mas num piscar de olhos o homem estava ao meu lado com uma toalha na mão,
completamente pelado e de pica dura. Era o “cara”. Fiquei muito sem graça e
tentei esconder minha vergonha lavando meu rosto na pia. Ele chegou bem perto,
passou a mão na minha bunda e disse:
- Tá linda bronzeadinha assim.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Contos Eróticos: Meu sobrinho e seus amigos
Meu sobrinho e seus amigos
Despois
de 4 anos morando nos EUA eu estava chegando na minha Bahia pra matar a saudade
da familia e amigos. Na casa da minha irmã mais velha estavam todos me
esperando: meus pais, minhas duas outras irmãs e vários amigos. Uma super festa
com muita comida e bebida, para comemorar minha chegada e meu anivesário de 23
anos que tinha sido uma semana antes. Todos me bombardeavam com perguntas e
muitas curiosidades sobre a vida na América, especialmente meu sobrinho Victor.
Victor
era filho desta minha irmã mais velha, tinha 15 anos, uma carinha de muleque
safado e um sorriso tímido.
Depois
de várias latinhas de cerveja falei da minha saudade da praia, de ver os
biquines e sungas minúsculas. Todos riram muito e o Victor foi logo encontrando
a solução.
-
Vamos passar a semana na casa de praia Tio.
-
Mas Victor, acabei de chegar e todos vão estar trabalhando é melhor ir no final
de semana que vem.- Falei.
-
Tio, eu tô louco pra sair de casa, tô de férias e todo mundo ta sempre trabalhando.
Vamos, você mata a saudade e a gente curte um pouco. Se você não for, vai ficar
em casa mesmo sem fazer nada.
Todos
acharam uma boa ideia, resolvi ir na Segunda-feira pra ficar uns 8 dias e todos
iriam pra lá na Sexta-feira seguinte.
A
noite chegou, estavamos todos um pouquinho tomados e fomos jogando colchões no
chão. Tentei ficar o máximo de tempo curtindo tudo, mas estava super cansado e
fui dormir num quarto que depois fui saber era do Victor. Tinha gente pelo
chão, mas a cama de casal estava vazia e deitei. Estava de barriga pra cima e
com a mão estendida para o lado quando acordei com um peso sobre meu braço. O
Victor estava deitado, aparentemente dormindo de bruços com parte do seu corpo
sobre meu braço, deixando minha mão bem abaixo da sua pica.
Não
sou assumido, achava que ninguem sabia sobre mim e aquele ali na cama era meu
sobrinho, certamente aquilo tinha acontecido sem malícia nenhuma, este foi meu
único pensamento.
domingo, 9 de junho de 2013
Contos Eróticos: Um garoto, um policial e uma fábrica abandonada
Um garoto, um policial e uma fábrica abandonada… 1
Aconteceu comigo há um ano atrás, quando eu tinha 14
anos.
Era uma Quinta-feira de inverno, fazia muito frio e
garoava um pouco. Estava voltando para casa depois de participar de um jogo de
futebol pela escola. Moro num bairro distante do centro e quando desci do
ônibus percebi que não tinha energia elétrica no bairro, as ruas estavam escuras
e vazias, só se via as luzes dos carros.
Na hora fiquei com medo, estava tarde 21:30 e do ponto
de ônibus até minha casa eram uns 15 minutos de caminhada.
Estava andando rápido, tremendo de medo, olhando para
todos os lados. Na metade do caminho, perto de uma escola, olhei pra trás e vi
que estava vindo um carro da guarda municipal,
(na hora pensei: Tomara que ele me acompanhe até em
casa, por outro lado fiquei com mais medo, pois os guardas do bairro tinham
fama de "mal").
Continuei andando de cabeça baixa. Ao chegar perto de mim o carro parou, desceu
um segurança de dentro e ascendeu uma lanterna direcionando a minha cara.
- Pra onde você está indo garoto?- Perguntou ele.
- Pra casa.- Consegui responder.
- Onde você mora?
- Aqui perto.
Ele me olhava fixamente, depois de um certo silêncio
foi abaixando a lanterna clariando as partes do meu corpo até parar no meu pau.
Fiquei totalmente envergonhado e assustado ao mesmo tempo. Ele voltou a
lanterna pro meu rosto e com um olhar sarcástico, disse:
- Encosta na parede!
Minhas pernas tremiam de frio e de medo, eu não devia
nada, não tinha que passar por revista nenhuma, ainda mais de guardinha
municipal de ponta de rua, mas fiz o que ele mandou.
- Fica quieto, só eu falo aqui, ok?
- Ok - respondi com a voz trêmula.
Mandou que eu colocasse as mãos pra cima, afastasse as
pernas e começou a me revistar. Foi do pescoço aos pés apalpando os lados do
meu corpo, depois foi subindo por entre as pernas parando na minha bunda.
Verificou um bolso de trás da minha calça de moleton, senti ele passar os dedos
comprimindo a minha bunda com vontade. Colocou as mãos em minhas nádegas
apertando levemente e foi deslizando pela minha cintura até chegar no meu pau,
deu um aperto e continuou com uma mão passando pelo saco parando com um dedo
bem no meu rego, logo em cima do meu cuzinho. Ele se encostou em mim, senti o
pau dele duro na minha bunda enquanto continuava a "revista" e mesmo
tentando me controlar, meu pau tambem ficou duro. Ele segurou na minha cintura
e perguntou:
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Dica de leitura
Adoro ler contos eróticos e no amadorismo e simplicidade gosto também de escreve-los.
Posto aqui no blog alguns contos que encontro por aí e os que escrevo também. Nada sem muita pretenção, como disse antes, tudo bem amador, muitas vezes contando histórias da primeira relação homosexual em que todos nós podemos nos identificar um pouquinho com os personagens.
Conheço um site que sempre visitava e até postei la alguns dos meus contos anos atrás, mas depois de um tempo me decepcionei com a qualidade de muitos contos que estavam sendo postados ali e encontrei outros sites, deixando assim de visitar este.
A semana passada resolvi procurar um conto novo para o blog. Queria encontrar algo diferente, algúm conto que não fosse um mero relato de uma foda passageira. Depois de tentar ler alguns, muito ruins, achando outros muito longos e sem sentido, encontrei um que chamou minha atenção pelo titulo: O amigo da minha irmã. Me vi pregado no PC durante uma madrugada inteira tentando devorar cada palavra numa historia intrigante e gostosa de ser lida. No final o autor deu uma relação dos contos que ele tinha gostado e indicaria no site.
Entre eles está este aqui: Asfalto, escrito por Lord D.
Posto aqui no blog alguns contos que encontro por aí e os que escrevo também. Nada sem muita pretenção, como disse antes, tudo bem amador, muitas vezes contando histórias da primeira relação homosexual em que todos nós podemos nos identificar um pouquinho com os personagens.
Conheço um site que sempre visitava e até postei la alguns dos meus contos anos atrás, mas depois de um tempo me decepcionei com a qualidade de muitos contos que estavam sendo postados ali e encontrei outros sites, deixando assim de visitar este.
A semana passada resolvi procurar um conto novo para o blog. Queria encontrar algo diferente, algúm conto que não fosse um mero relato de uma foda passageira. Depois de tentar ler alguns, muito ruins, achando outros muito longos e sem sentido, encontrei um que chamou minha atenção pelo titulo: O amigo da minha irmã. Me vi pregado no PC durante uma madrugada inteira tentando devorar cada palavra numa historia intrigante e gostosa de ser lida. No final o autor deu uma relação dos contos que ele tinha gostado e indicaria no site.
Entre eles está este aqui: Asfalto, escrito por Lord D.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Contos Eróticos: Fui namoradinha do meu irmão
Eu fui namoradinha
do meu irmão... 1
Meu irmão era meu melhor amigo, apesar dos 3 anos de
diferença entre nós e sermos filhos de pais diferentes. Nossos pais estavam
fora de casa o dia inteiro, tinham um comércio e chegavam em casa só a
noite. Nossa casa era grande, dois
andares e tinhamos uma senhora que cuidava da casa e de nós. Iamos para a
escola na parte da manhã e a tarde ficavamos aprontando todas, algumas vezes
com amigos, outras vezes sozinhos.
Ficavamos mais na parte superior da casa pois D. Creuza não gostava
quando faziamos bagunça na parte de baixo onde ficava a sala principal. Eu e o
Jorge sempre tomávamos banho juntos, por muito tempo não existia maldade
nenhuma entre nós dois. O via sempre nú, achava lindo todas as mudanças que seu
corpo ia passando no decorrer da adolescência e ele sempre me explicava tudo. Quando
seus pentelhos começaram a aparecer e sua pica ficou muito grande, dizia que um
dia eu tambem ficaria assim. Em nosso banhos ele sempre me ajudava, me
ensaboava todinho, até em minha piquinha e meu cuzinho. Achava delicioso quando
ele fazia isso, mas não sabia ainda o porque. Sua pica ficava enorme e dura,
ele dizia que era normal, eu algumas vezes tentava pegar, ele deixava um
pouquinho,mas logo dizia que estava bom e tirava minha mão. O Jorge era muito
carinhoso comigo, em nossa casa tinhamos sempre a liberdade de trocarmos beijos,
abraços. Meus pais eram assim conosco e era muito comum ficarmos deitados abraçados
vendo TV.
Quando completei 13 anos, pedi muito uma festinha, mas
meus pais não tiveram tempo e não fizeram. Fiquei triste e o Jorge no dia seguinte,
quando chegamos em casa disse que tinha que sair mas logo voltaria. Fui para
meu quarto triste. Algumas horas depois chegou o Jorge com vários de nossos
amigos, com refrigerantes, um bolo de padaria e muitos docinhos, arrumou a mesa
e fizemos nossa festinha. Até D. Creuza gostou de vê-lo fazendo isto pra mim e
nos deixou a vontade. Brincamos e nos divertimos demais. A noite, antes de
irmos dormir, fui ao quarto dele e deitei na cama com ele, abraçando-o forte.
Beijei seu rosto e agradeci pela festa.
- Te amo muito... Muitoooooo.... - Falei sorrindo.
Fui beija-lo novamente e ele moveu a cabeça fazendo
nossos lábios se tocarem. Foi delicioso.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Contos Eróticos: O velho da lan house
O velho da lan house
Autor: maluco
Tenho três irmãs sendo eu o caçula e sempre fui mimado
pelas três. Tinha sempre o carinho e a atencão da minha mãe e tias. Meu pai
morreu quando eu era muito novo e então cresci na convivência diária e única
com mulheres, provavelmente esta seja a razão do meu comportamento delicado e
trejeitos afeminados.
No colégio tinha apenas um amigo de verdade, Rodolfo
de 17 anos, tambem homosexual e muito feminino. Um consolava o outro nas
chacotas que todos os colegas faziam quanto ao nosso "jeitinho".
Na época eu tinha 15anos, era franzino, baixinho e
loirinho, olhos azuis e pele bem branquinha, mal parecia ter a idade que tinha.
O Rodolfo era bem mais alto, gordinho e muito falante, um verdadeiro palhaço.
Por ser mais velho e tão extrovertido, ele já tinha relacões sexuais e me
contava em detalhes cada trepada que dava, me deixando louco de inveja, pois eu
era virgem e muito tímido para ter coragem de fazer algo. Fantasiava e até
tinha tido algumas oportunidades, mas na hora “H” fugia. Preferia minhas
inúmeras solitárias punhetas a transar com esses mulequinhos que o Rodolfo se
relacionava.
Mas certa tarde enquanto estávamos mais uma vez
juntos, ele me relatou que no dia anterior havia ido a nova lan house do bairro
que ficava bem próximo a nossas casas e que tinha transado com o dono de lá. Disse
que o cara era um senhor com a idade avançada, que só andava de bermudas
folgadonas e camisas abertas na frente mostrando o peito muito cabeludo, era
muito feio porém tinha um cacete enorme e era muito sacana. Falou que o Senhor
tinha fudido ele tanto que ainda não tinha se recuperado e que seu cú todavia
estava dolorido.
Quando ouvi aquilo algo acendeu dentro de mim, um
fogo, um tesão imenso, a curiosidade de ver e sentir um pau assim tão grande.
Em todas as minhas fantasias estavam presentes a imagem de cacetes anormais de
tão grandes.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Contos Eróticos: Eliseu, o amigo do meu irmão.
Eliseu, o
amigo do meu irmão
Meu nome é Caio, sou
moreno claro, olhos castanhos, 1,70m, 57kg distribuídos num corpinho franzino,
mas modéstia à parte delicioso, pele lisinha e bumbum esculpido em academias.
Deveria ser um fim de
semana comum, eu e meu irmão iríamos com mais dois amigos seus para a Imbassaí.
Eu estava louquinho por um pouco de sol, afinal seria muito bom poder
participar dessas viagenzinhas divertidas
sem meus pais por perto me policiando.
Chegamos em Imbassaí
por voltas das 22:00hs, deixamos as malas dentro de casa e fomos em busca de
algum barzinho. Ficamos bebericando até umas duas da manhã, porque eles queriam
acordar cedo no dia seguinte para surfar. Na manhã seguinte, por volta das nove
horas, meu irmão me acordou e disse que ele e seus amigos já estavam indo para
a praia, eu que ainda estava com sono e com uma certa ressaca, respondi que
iria dormir mais um pouco, e que mais tarde os encontraria na praia.
Acabei dormindo até as
11:00hs. Acordei morrendo de fome e resolvi comer algo. No caminho até a
cozinha, passando na porta do banheiro, ouvi um barulho de água caindo e
instintivamente me virei para ver o que era. Foi uma visão hipnotizadora, um
dos amigos de meu irmão, o dono da casa, estava tirando água do joelho, mas o
que me impressionou mesmo foi o tamanho do seu pau, nunca tinha visto um cacete
tão grande. Aquele pau tinha uma cabeçona vermelha, do tamanho de um limão, bem
diferente dos outros cacetes que eu já havia observado. Devo ter ficado parado
olhando aquele monumento durante uns dez segundos. Saí do meu estado de hipnose
quando ouvi a voz de Elizeu me dizendo:
- Tá gostando do que
tá vendo?
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Contos Eróticos: Grande primo
Grande
primo
Eu sempre fui muito safado, desde novinho sentia uma vontade
louca de dar minha bundinha, mas eu tinha meus pudores e medos de garoto. O
destino se encarregou de me atentar e resolver meu problema.
Veio morar aqui em casa um primo meu de 16 anos que morava na roça com meus avôs. Como meus avôs estavam bem velhinhos ele veio estudar e ajudar minha mãe que morava sozinha comigo. Ele era um tesão e quando o vi pela primeira vez já fiquei animado. Caipira, inocente, desconhecido no bairro e debaixo do mesmo teto que eu, não podia ser melhor.
Veio morar aqui em casa um primo meu de 16 anos que morava na roça com meus avôs. Como meus avôs estavam bem velhinhos ele veio estudar e ajudar minha mãe que morava sozinha comigo. Ele era um tesão e quando o vi pela primeira vez já fiquei animado. Caipira, inocente, desconhecido no bairro e debaixo do mesmo teto que eu, não podia ser melhor.
Claro que me preocupava a ideia de que ele não
gostasse de mim, que fosse um chato ou que ele acabasse contando a minha mãe se
eu tentasse alguma coisa, mas a ideia de ter um macho novinho, cheio de tesão
morando na mesma casa que eu era maravilhoso.
Logo quando ele chegou o tratei super bem e com simpatia, queria que se tornasse meu amigo e ele sem perceber segundas intenções minhas, gostou. Foi decidido que ele dormiria no meu quarto, era melhor que na sala e quanto a isso não fiz nenhuma objeção.
Logo quando ele chegou o tratei super bem e com simpatia, queria que se tornasse meu amigo e ele sem perceber segundas intenções minhas, gostou. Foi decidido que ele dormiria no meu quarto, era melhor que na sala e quanto a isso não fiz nenhuma objeção.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Contos Eróticos: Eu e o Lucas
Eu e o Lucas
Eu
tinha 13 anos. Menino alegre porem tímido e muito solitário. Meus pais
trabalhavam o dia todo, eram donos de um comércio, saiam pela manhã e as vezes
vinham em casa ao meio dia pra almoçar, ficavam por uma hora, retornavam para o
trabalho e só realmente estavam em casa a noite apartir das 20 horas.
Filho
único, eu não tinha amigos e me sentia muito sozinho. Ia a escola pela manhã e
o restante do dia ficava trancado em meu quarto vendo TV.
Meu
pai tinha um irmão, Tio Rai, que morava numa fazenda próxima a nossa cidade.
Seu filho o Lucas de 17 anos, estudava na cidade e passou a dormir na nossa
casa, só retornava para a fazenda no final de semana. Como ele era mais velho
não me dava muita bola, por mais que eu tentasse com brincadeiras ou tentativas
de um papo, eu não conseguia quebrar o gelo. Ele era tambem muito tímido. Quase
não se ouvia sua voz, sempre vestido em suas calças jeans, camisas de botão e
de cabeça baixa. Um típico menino da roça.
Eu
achava ele muito bonito, um moreno forte, cabelos negros, olhos castanhos e o
mais lindo sorriso do mundo. Costumava ficar dias sem se barbear e aqueles
pelos no seu rosto o fazia ainda mais bonito.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Contos Eróticos: O instrutor de natação
O INSTRUTOR DE NATAÇÃO
Nos últimos meses daquele ano meus treinamentos foram ampliados. O campeonato de natação estava chegando e tinha que fazer uma boa participação. Comecei a nadar desde pequeno com a intenção de controlar minha asma alérgica, acabei por tomar gosto pelo esporte e hoje sou considerado um atleta de destaque na minha cidade.
Nos últimos meses daquele ano meus treinamentos foram ampliados. O campeonato de natação estava chegando e tinha que fazer uma boa participação. Comecei a nadar desde pequeno com a intenção de controlar minha asma alérgica, acabei por tomar gosto pelo esporte e hoje sou considerado um atleta de destaque na minha cidade.
Nos últimos seis
meses venho fazendo meus treinamentos com um novo instrutor vindo do Rio. O Jorge
faz o maior sucesso nas aulas, principalmente com as mães que ficam
acompanhando as aulas de natação dos filhos. Seu corpo sarado, seu bronzeado e,
sem dúvida nenhma, sua sunga pequena bem recheada chamam a atenção das mães
ociosas, taradas e gulosas. Costumo chegar mais cedo e sair mais tarde só para
ficar no “aquário”, local onde as mães podem ver os filhos nadarem através de
um vidro. Acabo escutando comentários picantes e ambiciosos sobre o que fariam
se conseguisse sair com ele. Confesso que também estou sempre mais cedo por lá
para observar-lo. É impossível não admirar sua beleza física e simpatia. Já
ouvi ele sendo assediado por algumas mulheres lindas e sempre o vi sorrir
fazendo de conta que não entendeu, puxando assuntos relacionados com o
desenvolvimento das crianças na natação.
sábado, 20 de outubro de 2012
Contos Eróticos: O menino do amendoim
O menino do amendoim
Sou
um cara normal, simpático e um pouco tímido. Carrego comigo o segredo de sentir
um enorme tesão tambem por homens e ninguém da turma sabe disso. Num final de
semana, juntamos uma galera e fomos para um barzinho próximo a minha casa. Logo
que chegamos apareceu um rapaz, do jeito que eu gosto: moreno, cara de menino
safado, magro, com cheiro de homem, todo descolado, o exemplo vivo do cafuçú
que tanto falam no meio gay. Estava com um bermudão e camiseta regata vendendo
amendoim. Ele veio até nossa mesa, me encarando e sorrindo.
-
Querem amendoim?
Senti
meu rosto queimar de vergonha, parecia que ele tinha sacado qual era a minha só
de olhar pra mim. Eu tentava disfarçar, minhas mãos tremiam, mas ele não
desviava o olhar. O bom foi que a galera estava mais afim de azuação e nem
prestaram a atenção no que estava acontecendo comigo.
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