COMIA PASTÉIS E
MEU CÚ TAMBÉM...
Eu
era um garoto de família humilde que precisava ganhar algum dinheiro para
desfrutar os finais de semana no matinê do cinema e para o sorvete na praça
central daquela pequena cidade onde morava. Por isso, indicado por um amigo
passei a vender pastéis para uma senhora vizinha a nossa casa. Como estávamos
em pleno verão somente usava uma camiseta e um surrado calção de tecido leve,
feito pela minha mãe, que por mais que disfarçasse salientava meu corpo branco
e totalmente desprovido de qualquer penugem. Até a ocorrência dos fatos que
passo a relatar não tinha notado a cobiça que minha bundinha empinada causava
em certos rapazes do bairro.
Estudava
pela manhã e vendia os pastéis à tarde numa rua de oficinas mecânicas onde
todos pareciam estar sempre famintos. Numa determinada Oficina tinha um rapaz,
João Carlos de 18 anos, que além de ser um assíduo freguês era muito simpático
e carismático, conquistando minha amizade. Passava sempre algum tempo
conversando com ele enquanto ajudava a fechar a Oficina no final do expediente.
No
dia que mudou minha vida, por volta das seis horas da tarde, estávamos sozinhos
dentro da Oficina com a porta semi abaixada. Após recolher todas as ferramentas
e peças espalhadas na calçada, me prontifiquei a ir embora, quando ele pediu
para espera-lo até tomar um banho num banheiro nos fundos.
Mal
entrou no chuveiro e ouvi me chamar insistentemente, ingênuo como era, entrei
no banheiro vendo-o nú. Fiquei desconcertado desviando o olhar para a parede.
Ele me pediu para pegar o sabonete que havia caído longe do box. Localizei-o
rapidamente e ao entregar na mão dele, me puxou para o chuveiro, dizendo:
-
Vem, vamos tomar banho juntos. Afinal você também está todo suado e empoeirado.
Disse
que não precisava e que tomaria banho em casa, mas ele não me largou e como eu já
estava parcialmente molhado aceitei, encostando-me num canto do box ainda de
calção, totalmente na defensiva. Imaginei que alguma coisa estava para
acontecer, pois o pau dele que era enorme, me hipnotizara e eu simplesmente não
consegui desviar o olhar.
Seu
pau iniciava numa bojuda e exposta cabeça vermelha, seguindo num tubo grosso
coberto de veias escuras e terminando no saco volumoso entre as pernas. Ele me encarando maliciosamente, passou o
sabonete no corpo, fazendo bastante espuma, cuja brancura contrastava com os
pêlos negros e brilhantes que cobriam quase todo seus 1,75m de corpo atlético,
desde os tornozelos até o peito. Fiquei paralizado, com um nó na garganta de
admiração e um forte desejo que jamais sentira, que era de abraçar, de beijar,
de lamber, aquele corpo moreno, lindo e peludo, que contrastava com o meu
completamente branco e imberbe. Meu corpo tremia de desejo, sentimento este que
minha formação familiar religiosa repudiava, ficando portanto muito confuso e
sem ação.
Estes
segundos de absorta contemplação e devaneio só foram interrompidos quando notei
que ele se abaixou retirando meu calção, e comecou a passar o sabonete em meu
peito ignorando totalmente a minha intervenção para deixar que eu mesmo fizesse
aquilo. Impliquei que eu sabia tomar banho sozinho, porém ele continuou me
“esfregando” e com o corpo colado ao meu, encostou o pau que endureceu
rapidamente pressionando na minha barriga. Caindo então a ficha quanto as reais
intenções dele comigo, bateu o medo.
Assim,
num movimento brusco consegui sair do box com parte do corpo ensaboado e
começei a chorar. Pedi meu calção molhado que ele relutava em apanhar,
começando a dizer para que eu tivesse calma. Que ele não ia me machucar. Só
queria ser mais meu amigo e que gostava muito de mim...
Visti
o calção indo para a área da Oficina, apanhei meu tabuleiro vazio, (vendera os
últimos para ele), porém antes de chegar à porta o João Carlos me alcançou
pedindo desculpas, enfatizando que não queria sacanear não. Que ele tinha
perdido a cabeça.
-
Por favor!!- Falou com uma voz tão amorosa, conseguindo acalmar minha raiva e
indignação permitindo até um abraço de reconciliação.
Pedi
e ele abriu a porta deixando-me ir para casa. Porém a semente plantada começou
a germinar independente das minhas convicções de macho até então vigentes e ao
me deitar, a imagem do corpo do João Carlos, principalmente do pau dele,
excitou meus sonhos me fazendo revolver na cama até a madrugada. Deixando-me
ansioso para que chegasse logo a tarde do dia seguinte para ir à Oficina e
vê-lo de novo. No intimo amargava inclusive um grande arrependimento por não ter
consentido que ele fizesse comigo o que pretendia, pois naqueles breves
instantes não fui hábil suficiente para aceitar a gostosa sensação de submissão
e do desejo que me invadiu.
Final
da tarde seguinte lá estava eu na Oficina do João Carlos, esperando ele receber
as últimas ordens do dono, depois ficando novamente sozinho comigo. Porem notei
que ele parecia estar chateado, ficou arredio comigo, comprando somente parte
dos pastéis que sobrara em vez de todos como fazia sempre. Isso me deixou
apreensivo e angustiado. Quando perguntei se ele estáva zangado comigo, ouvi um
não seco.
-
Tudo bem, você não quis. Deixa pra lá e esquece.
Esta
resposta negativa atingiu diretamente meu coração deixando-o profundamente
amargurado. Por isso, o que falei para ele não procedeu de minha razão e sim do
meu corpo que desde a noite anterior decidira assumir o comando e se entregar
passivamente. Pois só em ficar na presença dele, naquele momento, já instigava
meu tesão.
-
Tá bom João Carlos. Vou tomar banho contigo hoje. Eu quero, você ainda quer?-
Minha voz era quase inaudível.
Vi
então resplandecer um sorriso de repleta alegria no rosto dele enquanto se apressou
até a porta abaixando-a completamente e depois trancando, o que jamais fizera
comigo lá dentro. Retornou pegando no meu braço e ambos seguimos para os fundos
até o banheiro. Neste pequeno trajeto senti que meu coração parecia que ia sair
pela boca, além do meu pinto começar a latejar dentro do meu calção.
Assisti
o João Carlos retirar a calça imunda de graxa expondo o objeto do meu desejo e
a sua entrada no box abrindo o chuveiro. Não consegui desviar os olhos do seu
corpo cabeludo e para o pau endurecendo, ficando maior e mais grosso, expondo a
cabeça antes coberta pelo prepúcio. Ouvi seu convite para me juntar a ele e
atendi tirando o calção ainda com uma certa vergonha. Recebi o jato de água
fria no corpo provocando calafrios e fui abraçado por ele que encostou
acintosamente o pau já totalmente duro na altura da minha barriga, deixando-me
atônito e estático. Aos poucos fui relaxando, peguei o sabonete e começei a
ensaboar seu corpo, obrigando-o a se abaixar para atingir a parte superior. Ao
levantar me ofereceu todo o jardim das delicias do seu ventre, bem à frente dos
meus olhos. Virilha, sexo, coxas cabeludas e musculosas ao meu deleite, a
poucos centímetros do meu rosto. Meio sem jeito, começei a passar o sabonete na
barriga e fui descendo até tocar no pau em riste, alcançando o saco. Passei o
sabonete entre suas pernas e minha mão trêmula ao esfregar, deixei-o cair. Fiz
menção de apanhá-lo mas ele impediu, me pedindo para segurar seu pau. A partir
daí perdemos o controle, principalmente quando senti o pau dele na minha mão.
Era a primeira vez que segurava num pau de homem. Tinha feito a única “meia” da
minha vida há quase um ano antes, com um primo mais novo que eu e a rolinha
dele era infinitamente menor que a do João Carlos, tanto que nem me lembro de
ter sido penetrado. Porem com aquele cacete na minha mão, eu estava ciente que
não seria a mesma coisa e isto me assustava e me excitava ao mesmo tempo. Não
era só o tamanho, a textura, a grossura e a potência dele que me imprecionava.
Era poder ver a nudez do João Carlos, todo o conjunto: seus braços longos e
musculosos, aquele peitoral cabeludo, sua barriga bem desenhada, a virilha
recoberta por este tapete negro e brilhante de pêlos macios, sustentada por
suas coxas masculinamente torneadas e pernas longas também cabeludas e isto
tudo juntava-se o cheiro da pele que inebriava meus sentidos de menino, cuja tendência
estava se consolidando.
Continuava
embevecido com o pau dele na mão, quando senti a mão dele espalmada sobre a
minha “ensinando-me” a tocar uma punheta. Meus olhos fixos no seu pau que
parecia estar crescendo e engrossando ainda mais, a linda cabeça vermelha onde
notei umas gotas de líquido espesso saindo da urétra entreaberta. Ao encostar meus
dedos ali, deslizaram facilmente, assustei-me com este contato e prontamente
lavei minha mão na água do chuveiro que era desperdiçada atrás de nós.
O
João Carlos pediu para virar de costas o que fiz temeroso, porem ansioso.
Queria ardorosamente sentir aquele pau na minha bunda. Empinei minha bunda o
quanto me foi possível, abrindo as pernas um pouco, quando senti a maior
sensação de prazer da minha vida. O pau dele esquentou meu rego e se posicionou
entre minhas nádegas, levando-me a expressar:
-
Ai que quentinho. Ai que gostoso João Carlos.
Ele
começou os movimentos como se estivesse me comendo, assim como meu primo
fizera, porem o João Carlos tinha todos os instrumentos para consumar o fato.
Desta forma, temendo e tremendo de tesão falei:
-
Encosta a cabeça no meu cú. Só um pouquinho. Bem devagar, um pouquinho só.
Quando
comecei a sentir o pau tocando meu cú virgem e efetivamente forçando a entrada,
que provocou uma dor me fezendo retrair o quadril em fuga. Minha bunda estava
ficando toda melada daquele líquido que saia dele e achei que ele estava
gozando, mas ele não parava de movimentar o pau nas minhas coxas, me deixando
numa excitação forte.
-
Ai João Carlos. Ai! Aaaii!! Que bom.
Encostei
e rebolei minha bunda na virilha cabeluda dele, vendo a cabeça vermelha do seu
pau sobrando à minha frente e levando-me irresponsavelmente a pedir:
-
Bota um pouquinho. Vê se entra um pouquinho João Carlos, coloca só a cabecinha
no meu cú.
Ouvi
ele responder que ia tentar, passando então a dirigir com a mão a cabeça do pau
no meu cú. Enlouquecido de desejo me abri todo pra ele, senti que a cabeça
começou entrar e uma dor grande me invadir. O João Carlos estava perdendo o
controle, pois passou a dar trancos para frente e para trás, forçando a
penetração e desprezando meus lamentos.
-
Tá doendo. Pára!! Ai que dor. Tira, tira João, por favor...
Impedindo
que fugisse me abraçou, puxando fortemente meu corpo de encontro ao seu corpo.
Senti o exato instante em que a cabeça entrou me arrombando. Soltei um grito de
dor com uma desesperada intenção de tirar sua pica de dentro de mim. Ele além
de não deixar, continuou metendo e começou a gritar:
-
Tô gozando.Tô gozando!! Caralho, tô gozando. Gozando no teu cú.
Senti
claramente uma imensa quantidade de gozo quente ser depositado dentro do meu
reto e neste ato de gozar ele acabou enterrando um pouco mais, aumentando minha
dor e num choro convulsivo, implorei:
-
Tira. Ai tira. Tá doendo muito João Carlos. Tira. Aaaiiiii!!
Lamentos
que foram desprezados por ele em pleno processo de ejaculação até que parou,
retirou a cabeça do pau de dentro do meu cú provocando a saída de uma golfada
de porra caindo ao piso do box que foi lavado pela água que escorria.
Fiquei
encolhido num canto, administrando a tremenda dor no cú ainda chorando, quando
o João Carlos me abraçou pedindo desculpas e dizendo:
-
Vai passar. Calma. Vai passar querido, a primeira vez é assim, doi muito.
Massageando
minha bunda com uma mão e as costas com a outra, simultaneamente encostou o pau
na minha barriga. Vi que a cabeça ainda estava suja de porra e escorria pela
minha pele. Curioso, segurei a cabeça recolhendo um pouco da porra em meus
dedos. Levei ao nariz sentindo o seu cheiro característico de água sanitária e
a sua densidade que associei à cola goma arábica enquanto era consolado pelo
João Carlos com tanto carinho.
A
dor estava passando, deixando-me mais tranqüilo e logicamente retornando ao estágio
de tesão por ele. Passamos então efetivamente ao banho pretendido, onde
esfreguei e fui esfregado de forma lenta e carinhosa, tendo inclusive sido
agraciado com massagens no meu pinto teimosamente endurecido.
Sob
meus protestos o João Carlos interrompeu nosso idílio, mas com a veemente
promessa que outro dia a gente ia fuder de novo. Saímos do banheiro despidos e
enquanto no rosto do João Carlos um grande sorriso iluminava, no meu peito
vibrava uma sensação de felicidade maravilhosa.
Apartir
deste dia, passei a tomar banhos quase diários na Oficina com o João Carlos.
Aprendi a chupar e fazer meu macho delirar de prazer.
Começei
inclusive a cobiçar e a corresponder ao assédio de outros rapazes, porém nenhum
deles, mesmo com algumas qualidades notáveis, chegou perto do meu primeiro
amor...
Seus contos são incríveis! Acredito já ter lido todos e em nenhuma leitura eu deixei de ficar excitado do inicio ao fim. Gostaria de pedir, se possível, que escrevesse mais contos, pois em nenhum outro site ou blog encontrei contos com essa temática e qualidade característica. Parabéns pelo trabalho!
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