Amizade boa
Autor: Brunão
Caio era um cara do prédio onde eu moro, era
peladeiro, a maioria das vezes que eu cruzava com ele pelo condomínio estava
vestindo uniforme de futebol e quase sempre estava rodeado de amigos. Vivia
correndo pra cima e pra baixo, fazia a maior farra pelo prédio, era um
moleque...
Ele tinha o corpo normal, cabelos pretos
bem curtos raspados à máquina, sobrancelhas grossas, pernas peludas, um sorriso
super simpático e inocente, sabia que tinha 20 anos. Sempre que podia ficava
reparando nele, em suas atitudes, seu corpo... Sentia tesão no cara. Às vezes
quando ia dormir, ficava imaginando como seria beijá-lo, tocá-lo, como seria
transar com ele e me acabava numa punheta gostosa.
Um
dia, num final de tarde voltando do mercado havia encontrado um amigo que me
devolveu um filme emprestado, ficamos conversando na entrada do prédio, quando
nos despedimos e entrei no elevador vi um cara correndo e gritando pra segurar
a porta, era o Caio, estava vindo de uma partida de futebol, todo suado, senti
o cheiro do suor e fiquei excitado já imaginando o monte de putaria que eu
poderia fazer com ele. Fiquei pensando coisas de cabeça baixa, quando de
repente ele vira pra mim e fala:
-
Esse filme é bom (eu estava com o DVD na mão)
Surpreso,
respondi provocando:
-
Desde quando você gosta desse tipo de filme?
Ele
sorriu dizendo que gostava e tinha outros do gênero e ainda disse que a gente
poderia assisti-los qualquer dia e saiu tão rápido como quando entrou. Nem dei
bola, mas gostei do contato, poderia ter uma amizade boa com ele, mas logo
tentei afastar este pensamento, ia acabar dando em cima dele e já imaginava ele
me xingando de veado e me dando o fora, desconfiava até que ele tinha uma
namoradinha, mas nunca o via com ninguém de fato. Decidi que não ia alimentar
mais nenhuma esperança, afinal haviam outros caras e não ia me prender a ele
por mais que o desejasse.
Dias
depois ele me procurou e perguntou se a gente poderia assistir um filme no meu
apê já que no dele tinha seus irmãos e pais, ele me lembrou do dia no elevador
e ainda brincou dizendo que cumpria o que falava, ficamos conversando um pouco
e então combinamos dele ir na mesma noite para assistirmos o tal filme.
Era
umas 22h, eu já tinha jantado, arrumado a casa, estava largado no sofá lendo um
livro quando toca a campainha, abro a porta e ele entra todo despachado fazendo
piada, vestia bermuda, agasalho e havaianas, como eu adoro pés de macho já
fiquei vidrado na hora. Seus pés eram lindos bem branquinhos, os dedos
carnudos, alguns pêlos nos dedos e no peito dos pés. Era folgado, perguntou se
tinha algo pra comer e pulou no sofá como se estivesse na casa dele.
Demorei
um pouco na cozinha, ele ficou tagarelando, dizendo que o filme era isso e
aquilo... Peguei uns amendoins, pus o filme e sentei no sofá, fiquei numa ponta
e ele na outra com o espaço do meio vazio.
Enquanto
assistíamos prestava atenção nele, o cara que eu tinha o maior tesão estava bem
ali do meu lado, não pensava em nada, não queria saber de filme, expiava ele
sentado com a perna dobrada apoiando o calcanhar em cima do joelho com a sola
do pé voltada pra mim, olhava de canto de olho e de vez em quando admirava aquele
pé de sola lisinha e rosada, ele ficava mexendo no pé, às vezes coçava, meu pau
ficava duro e eu retomava no filme, nessa altura do campeonato eu já tava com a
cueca toda melada, fiquei um tempão com meu pau duraço de lado na cueca, ele
não percebeu porque eu estava vestindo um moletom folgado e também por que não
tinha nem sequer olhado pra mim.
Comecei
a alisar meu pau por cima da calça bem devagar, de vez em quando olhava pra ele
e pensava: quem sabe ele se anima e a gente começa uma pegação aqui no sofá...
Não conseguia de jeito nenhum me concentrar no filme, ele comentou algo sobre
uma cena e fiquei sem saber o que responder:
-
Pô cara, não ta gostando do filme?
-
Sim, só to meio cansado, respondi...
-
Ah, mancada tua... - Ele disse.
Não
estava mais agüentando. Falei que ia ao banheiro. Queria me aliviar, bater
umazinha bem rápido. Ele não ia nem perceber... Não tava pensando direito e nem
tranquei a porta, ele veio atrás de mim, abriu a porta e me viu de pau duraço
ainda de cueca, começou a me zoar:
-
Olha lá o punheteiro...
Olhei
sério pra ele num segundo de desespero, imaginei que ele topasse numa boa e
disse:
-
Bate umazinha aqui pra mim vai!
Ele
me olhou surpreso, abaixou a cabeça como se procurasse algo no chão e saiu
depressa...
Pensei:
Caralho! Estraguei tudo, o cara vai contar pra todo mundo. Parei por um
instante, mas ele ainda estava na minha casa. Saí do banheiro e fui depressa
pra sala, ele estava sentado no sofá de cabeça baixa. Meu coração disparou, não
sabia o que fazer, o que dizer, sentei ao lado dele...
Começou
a falar que não sabia o que estava acontecendo com ele, me confessou que já
tinha feito troca-troca com um amigo. Que tinha gostado...
Parecia
triste, falou tudo aquilo de cabeça baixa.
Fiquei
surpreso e excitado...
Com
meu braço em volta de seu pescoço e minha mão tocando seu ombro, falei que
aquilo que ele estava sentindo era normal virei a cabeça dele, olhei em seus
olhos e nos beijamos. Ele não recuou, enquanto nos beijávamos senti sua mão
alisar meu pau por cima da calça. Eu
estava no céu, sentia um misto de felicidade e desejo.
Ficamos nos beijando, sentia sua pele
macia, deslizava minha mão por suas costas e chegava até a bunda, enfiava a mão
na bermuda tentando alcançar o reguinho, pedi pra ele ficar em pé na minha frente
enquanto continuava sentado, ele tirou o agasalho, vestia uma regata por baixo,
fui direto apertar os mamilos e senti os biquinhos duros, meu rosto estava bem
na direção do pau dele, dava pra ver o volume por baixo da bermuda fiquei
esfregando meu rosto por cima. Apreciei o corpinho lindo: tinha pêlos abaixo do
umbigo, o peitoral liso, alguns pêlos rodeando os mamilos rosados, abaixei a
bermuda, vestia uma cuequinha branca. Comecei a alisar o cacetão, o putinho
tinha o pau grossão, fui puxando a cueca bem devagar e foi aparecendo uma
pentelhada farta, enfiei minha cara naquele mato delicioso e fiquei cheirando,
puxei mais a cueca e o cacetão duro pulou pra frente, acariciei as bolas depois
agarrei a vara e comecei a masturbá-lo. O caralhão ficou ainda mais duro, não
agüentei e caí de boca naquela rola maravilhosa que babava e escorregava até a
minha garganta, ele soltava uns gemidos como se fosse virgem de boquete, eu me
excitava ainda mais, pedi pra ele foder minha boca e ele foi à loucura, ficou
um tempo nisso, segurava forte minha cabeça, enquanto enfiava a vara na minha
boca, babei muito naquele caralho...
Me levantei, tirei minha roupa e
voltamos a nos beijar intensamente, ele mordia meus lábios e chupava minha língua,
mordia meu queixo, foi pra cima de mim, eu o abraçava, alisava a bunda e
apertava forte, ele gemia e rebolava, sentia aquele pauzão esfregando no meu,
minha barriga ficou toda melada com a baba daquele cacetão, passei a mão
tentando pegar a baba pra lamber e depois passava na boca dele que de tão
excitado começou a chupar meus dedos. Peguei o puto no colo e o levei até meu
quarto. Deitamos na cama e ficamos nos acariciando e beijando muito...
Meu pau latejava duro feito pedra,
continuei deitado e ele foi pra cima de mim, pensei que ele fosse me comer,
esfregava o pauzão duro em mim com muita força, mas ele falou baixo ao meu
ouvido:
- Me fode, me fode agora meu macho!
Aquelas palavras soaram como uma ordem,
atirei o puto na cama e fiquei por cima, ele me olhou de um jeito safado e
começou a esfregar o pé no meu peito... fiquei fora de mim, agarrei o pé e
comecei a lamber como um cachorro, mordia o calcanhar e ia chupando até os
dedos, chupei um por um, passava a língua entre os dedos, chupei o suor e o
sebinho. Ele segurou meu pau e começou a me masturbar, sabia fazer o puto!
Agarrei pelo quadril e o puxei pra perto de mim, enchi meu pau de saliva e
enfiei lentamente no cuzinho apertado... Ele pediu pra eu ir com calma,
respondi que não ia machucá-lo e achei tão lindo aquilo que enchi o safado de
beijos, fui descendo percorrendo o peitoral, chupei seus mamilos que estavam
com os biquinhos bem macios, nessa hora eu demorei um pouco mais, continuei
chupando e mordendo de leve, a cada mordidinha ele suspirava e gemia se
contorcendo de prazer, ao mesmo tempo ele falava:
- Não pára... Aaai...
Ouvindo aqueles gemidos comecei a foder
a bundinha carnuda de frango assado, minha posição favorita, enquanto eu metia
bem devagar, beijava aquela boca gostosa e molhada, chupava a língua, ele gemia
feito macho do jeito que eu gosto, nos entregamos um ao outro, estávamos
agarrados pelas mãos com os dedos entrelaçados, ele cruzou as pernas em volta
de mim e fiquei preso, comecei a meter mais devagar e socava mais fundo, a cada
metida ele gemia e eu ficava mais excitado... Comecei a foder mais forte, olhei
o pau dele e tava mole e eu queria duro, parei com as estocadas e caí de boca
começando pelas bolas, puxava com os lábios e ia subindo já sentindo o caralho
endurecer, lambia todinho e mamava a cabeça, deixei ele foder minha boca de
novo, enquanto o cacetão estava ainda duro voltei a meter devagar, não queria
gozar logo.
Enquanto eu fodia aquele cuzinho
apertado socava punheta no caralho grosso que pulsava na minha mão, lambuzava
de cuspe e punhetava mais, o putinho começou a ofegar e senti seu pau contrair,
percebi que ia gozar e aumentei a velocidade da punheta apertando muito o
caralho dele, abri a boca instintivamente para beber o leitinho, ele gozou um
jato que alcançou seu rosto seguindo de vários jatos sucessivos de porra grossa
e bem branquinha, não agüentei, parei de meter e gozei em seguida enchendo o
peitoral do moleque de porra, em seguida caí de boca na vara que ainda jorrava
gotas de leitinho quente, punhetava e mamava aquela vara grossa escorregando na
minha mão cheia de porra, mamava como se estivesse chupando uma mamadeira,
queria engolir o cacetão.
Lambi o peito esporrado, percorri com a
língua o peitoral lisinho, sugando toda a porra espalhada, não deixei nenhuma
gota e mais uma vez chupei seus mamilos, desta vez melados de porra fresquinha,
ele suspirava ainda pedindo mais e acariciava meus cabelos. Estávamos moles,
suados, ficamos nos beijando com minha boca meladinha de porra sentindo a
respiração um do outro.
Levantei da cama com ele no colo e fomos
pro banheiro. Fiz questão de dar um banho nele, limpava e beijava cada parte de
seu corpo enquanto ele sorria exibindo aquele rostinho de moleque safado que me
enchia de tesão, me disse que nunca teve uma transa daquelas, que nunca uma
garota tinha feito melhor. Que nunca alguém teve o cuidado e a atenção que eu
estava tendo. Voltamos pro meu quarto trocamos os lençóis e deitamos agarrados,
ficamos falando bobagens, ele adormeceu, fiquei abraçado nele cheirando sua
nuca, seus cabelos, observando sua respiração, senti meu pau ficar duro
novamente encoxando aquela bundinha macia e peluda, meu corpo estava totalmente
relaxado, estava com o cara dos meus sonhos, não poderia ser melhor, não
pensava em mais nada, peguei no sono sentindo o cheiro do meu machinho.
Dormi um sono pesado, logo de manhãzinha
acordei com o pau duro e uma vontade louca de mijar, olhei o relógio era umas
08h00, durante a noite trocamos de posição e o Caio estava me abraçando por
trás me dominando, mostrando que também era macho, passei a mão entre as minhas
pernas perto da bunda e tava toda melada, fiquei pensando se durante a noite o
putinho teria tentado me comer, mas não tinha sentido nada, era somente a
babinha que tinha saído do pau dele, afinal a gente estava pelado dormindo
agarrados... Levantei depressa e corri pro banheiro... que mijada gostosa! Meu
pau não queria amolecer, tive que mijar sentado no vaso.
Quando voltei, o quarto estava iluminado
sob a luz da manhã, vi o Caio deitado de bruços com as pernas abertas exibindo
a bundinha maravilhosa que tinha sido minha, fiquei parado por alguns minutos
admirando e observando... o cara que eu desejava, que me tirava o sono estava
na minha cama, dormindo, descansando, indefeso, estava diante de mim para ser
adorado e tratado com todo carinho, queria cuidar dele como se me pertencesse,
lembrei da noite maravilhosa que tivemos, de cada detalhe, meu pau não amolecia
e nessa hora endureceu mais, ficou totalmente erguido, pulsando, eu queria mais,
comecei a me masturbar, me aproximei mais, ia gozar ali mesmo somente olhando
aquele corpo nu que me enchia de tesão, estava alucinado, meu corpo fervia e
meu coração disparava de novo, queria foder aquela bundinha mais uma vez...
Subi na cama lentamente, segurei uma das
pernas e comecei a massagear seus pés, sentia o cheiro e percorria com as mãos
as pernas peludas. Ele começou a falar algo como se estivesse resmungando ainda
dormindo, comecei a esfregar minha mão bem no meio da bunda tentando enfiar um
dedo no cuzinho, chupei meus dedos molhando com saliva e consegui enfiar dois
dedos, ele agarrou minha mão empurrando mais para dentro, fiquei me esfregando
deitado em cima dele e aquela bundinha peluda acariciava meu cacete com os
pêlos que pareciam veludo. Estava cada vez mais excitado, ia meter sem dó, mas
queria que ele sentisse prazer e não dor.
Peguei meu KY que estava na gaveta do
criado mudo e despejei na bundinha dele e no meu cacete, esfreguei bem, melando
tudo, lambuzei meu pau com bastante lubrificante, o puto veio de “ré” com a
bunda rebolando pra encaixar bem enquanto eu segurava meu pau. Ele estava mais
preparado e comecei a meter sem dó.
O safado estava com o corpo muito
relaxado, parecia mesmo dormir. Desta vez não senti resistência, o cuzinho
abriu bem e agasalhou meu pau, comecei a meter forte, agarrava a bunda com
força, juntei as pernas e as nádegas dele pra apertar mais meu caralho, tinha
passado muito gel e escorregava fácil, deitei por cima e comecei a falar umas
besteiras em seu ouvido, chamei ele de puto e o caralho a quatro, metia forte e
falava baixinho que ele era meu... Quase gozei dentro... Ele pediu pra eu
esporrar a boca dele e foi o que fiz, parei de meter e deixei ele fazer um
boquetão, o puto chupava muito gostoso e com vontade, gozei na boquinha e me
surpreendi porque ele sugou toda a minha porra, não deixou cair nem uma gota,
engoliu e ainda continuou a mamar como um profissional, não queria parar...
Observava tudo aquilo enfeitiçado.
Ficamos na cama o restante da manhã,
abraçados, hipnotizados, moles, descansando, curtindo nossos corpos... Não queríamos saber de mais nada, esquecemos do mundo...
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